Você já percebeu que, para muitas mulheres, emagrecer pode ser um processo mais desafiador? Isso não acontece apenas por hábitos de rotina. Existem também fatores biológicos e hormonais que influenciam diretamente o metabolismo feminino.

Hoje, a obesidade é considerada um dos principais desafios de saúde pública no mundo. Dados da World Obesity Federation mostram que o excesso de peso cresce em ritmo acelerado entre as mulheres, impulsionado por fatores que vão desde questões hormonais até aspectos sociais e comportamentais. “Por exemplo, a variação hormonal do ciclo menstrual pode levar a edemas, o que dificulta a perda de peso”, explica o nosso cirurgião bariátrico, Guilherme Cotta. Além de afetar a qualidade de vida, a obesidade aumenta o risco de doenças cardiovasculares, Diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer e outras complicações metabólicas.

Guilherme Cotta, nosso cirurgião bariátrico, destaca que o corpo feminino tende a armazenar mais gordura como reserva energética, o que ajuda a explicar por que as mulheres são maioria entre as pessoas que buscam tratamento especializado para obesidade. “No ambulatório, elas representam 80% dos pacientes que procuram a cirurgia bariátrica como alternativa para controle do peso e das doenças associadas”.

Cotta destaca ainda que o corpo feminino tende a armazenar mais gordura como reserva energética, um mecanismo fisiológico ligado à reprodução. Essas características ajudam a explicar por que as mulheres são maioria entre as pessoas que buscam tratamento especializado para obesidade. “No ambulatório, elas representam 80% dos pacientes que procuram a cirurgia bariátrica como alternativa para controle do peso e das doenças associadas”, afirma.

A indicação da cirurgia segue critérios médicos bem definidos. Em geral, o procedimento é recomendado para pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 40 kg/m² ou acima de 35 kg/m² quando existem doenças como diabetes ou outras alterações metabólicas. Cada caso, no entanto, precisa ser avaliado de forma individual, considerando o histórico de saúde e as necessidades do paciente.

Cotta ressalta que o tratamento da obesidade vai muito além de um único procedimento. Mesmo após a cirurgia, o sucesso do processo depende de mudanças duradouras no estilo de vida. “É fundamental manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e cuidar da saúde emocional”, orienta.

Embora o reganho de peso possa ocorrer em alguns casos, ele não está necessariamente relacionado ao sexo do paciente. “Depende muito de cada pessoa, principalmente da parte psicológica e do foco no processo de emagrecimento”, frisa Cotta. Por isso, o acompanhamento multiprofissional, com nutricionistas, psicólogos e médicos faz toda a diferença.
Aqui no nosso hospital, você encontra uma equipe multidisciplinar preparada para cuidar da obesidade com segurança e atenção individualizada. Se você tem dúvidas sobre o tratamento ou busca orientação para melhorar sua saúde, conte com nossos especialistas para avaliar o seu caso e indicar o caminho mais adequado.